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61. Pequena lesão renal

A ressonância magnética pode fornecer substratos para o diagnóstico diferencial de lesões renais muito pequenas. Com certa freqüência, a ultra-sonografia e a tomografia computadorizada não conseguem distinguir se uma lesão representa um diminuto cisto ou um diminuto nódulo. Em alguns destes casos, a ressonância magnética pode ser útil. No caso ao lado podemos observar uma pequena lesão com hipersinal em T2 (a), cujo aspecto poderia ser tanto compatível com um cisto quanto com um nódulo. Na seqüência podenderada em T1 antes da administração do meio de contraste (b) a lesão não é identificável. Na primeira imagem adquirida após a administração do meio de contraste (c), ainda não há impregnação visível da lesão. Apenas na fase mais tardia (d) a lesão impregnou-se mais significativamente, permitindo que fosse diagnosticada como sendo uma lesão sólida. É importante realçar que os parâmetros técnicos do exame devam ser adequados, utilizando-se um equipamento de alto campo (1,5 Tesla) e cortes finos, neste caso de 1,5 mm. Também é importante que o paciente consiga colaborar fazendo apnéia durante a aquisição das seqüências, permitindo que sejam obtidas imagens livres de artefatos.

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Data: 24/03/2008

Por: Sérgio Lins